Querido Coração,
Já são altas horas da madrugada
e eu preciso dormir - nem que seja um pouco -
mas não consigo sair daqui sem escrever algo para ti.
Me peguei rindo agora - que besteira minha dizer isso.
Logo para você, que tem me deixado tão sensível,
tão triste e perdida numa imensidão totalmente indescritível.
Gostaria que conversasse comigo, os dias não têm sido moleza.
Você não imagina o tanto de pessoas que já busquei,
só para me ouvirem e tão pouco imagina os "nãos" que já ouvi.
Bati em tantas portas, tentei escalar as janelas mais altas
e bonitas que haviam no meu caminho e adivinha?
Só sofri quedas. Por que, hein, coração?
Por que procurar respostas nos outros,
sendo que é você que me causa as perguntas?
Não está sendo injusto?
Ahhhh! coração... Logo eu?
Logo eu tão pequena e frágil?
Justo eu que desconhecia o amor.
Me responde, coração! E tem mais...
E esse fardo que venho carregando desde aquele dia?
Quem alivia?
Quem divide o peso?
Responde, coração!
Eu estou falando com você.
Recorri a todos, a tudo e a ele.
É, eu fui atrás e não adiantou nada.
Foi tudo ao contrário, voltei com mais interrogações,
vírgulas e reticências.
Minhas noites são mais que longas,
parecem intermináveis.
Sinto um nó na garganta, um desânimo, um vazio imenso.
Eu sou culpada, coração? O que eu fiz de errado?
Minha última tentativa, é você.
Vim lhe pedir auxílio.
Não precisa ser já,
só preciso que mate o que há dias vem me matando aos poucos.
Já são altas horas da madrugada
e eu preciso dormir - nem que seja um pouco -
mas não consigo sair daqui sem escrever algo para ti.
Me peguei rindo agora - que besteira minha dizer isso.
Logo para você, que tem me deixado tão sensível,
tão triste e perdida numa imensidão totalmente indescritível.
Gostaria que conversasse comigo, os dias não têm sido moleza.
Você não imagina o tanto de pessoas que já busquei,
só para me ouvirem e tão pouco imagina os "nãos" que já ouvi.
Bati em tantas portas, tentei escalar as janelas mais altas
e bonitas que haviam no meu caminho e adivinha?
Só sofri quedas. Por que, hein, coração?
Por que procurar respostas nos outros,
sendo que é você que me causa as perguntas?
Não está sendo injusto?
Ahhhh! coração... Logo eu?
Logo eu tão pequena e frágil?
Justo eu que desconhecia o amor.
Me responde, coração! E tem mais...
E esse fardo que venho carregando desde aquele dia?
Quem alivia?
Quem divide o peso?
Responde, coração!
Eu estou falando com você.
Recorri a todos, a tudo e a ele.
É, eu fui atrás e não adiantou nada.
Foi tudo ao contrário, voltei com mais interrogações,
vírgulas e reticências.
Minhas noites são mais que longas,
parecem intermináveis.
Sinto um nó na garganta, um desânimo, um vazio imenso.
Eu sou culpada, coração? O que eu fiz de errado?
Minha última tentativa, é você.
Vim lhe pedir auxílio.
Não precisa ser já,
só preciso que mate o que há dias vem me matando aos poucos.

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